Uma sociedade que contém educação de qualidade tem a garantia de um futuro melhor e, cada vez mais, os produtores de algodão têm visto isso.

A Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa) conhece a importância de um ensino de qualidade. Devido a este fato, em parceria com o Instituto Total, a Agopa é uma das responsáveis pelo Projeto de Formação Continuada de Professores, realizado em algumas escolas no estado de Goiás.

Um professor motivado continua a se aperfeiçoar em sua carreira, se atualiza e informa-se sobre a evolução de práticas pedagógicas e tendências educacionais. É exatamente isso que a iniciativa propõe.

Desde o seu início, em 2018, o projeto apresentou diversos resultados animadores. Alguns exemplos são a melhoria de 25% na qualidade do ambiente de trabalho dos professores, o crescimento no número de alunos e em suas notas, a melhoria disciplinar e comportamental dos estudantes e a maior participação dos pais nos processos escolares.

Os resultados demonstrados na primeira escola fizeram com que o projeto, no ano de 2019, chegasse a outra região do estado.

A escola municipal rural Escadinha do Futuro, em Rio verde, foi a segunda instituição de ensino a fazer parte desta causa e, como apontado por um recente levantamento, a iniciativa gerou diversos benefícios no processo educacional, como a melhoria do ambiente de trabalho dos professores; o aumento em 50% da presença dos pais e responsáveis em eventos escolares; a elevação da média no simulado do IDEB, que cresceu de 7 para 7.4 entre alunos do 5º ano e de 5.4 para 5.7 dentre os do 9º ano, e a taxa de aprovação bimestral também demonstrou melhoria, crescendo de 85% para 95%.


Rede Mãos Livres

A educação não se resume ao ensino básico. Incentivar a disseminação de conhecimento em todas as áreas e para todos os públicos também é uma medida a ser tomada.

A Agopa é, então, apoiadora de outro movimento realizado pelo Instituto Total,  a Rede Mãos Livres, projeto que desenvolve a profissionalização da população carcerária feminina do sistema prisional de Goiás.

A iniciativa promove cursos e oficinas para as internas e, dessa forma, garante que, ao adquirir liberdade, elas tenham uma maior facilidade para serem reinseridas na sociedade.