Cuidar do meio ambiente não pode ficar só no discurso e no futuro. São as ações que tomamos agora, no presente, que contam para transformar o mundo à nossa volta. E é por isso que, na Semana do Meio Ambiente, nada mais condizente com os nossos valores do que divulgar as ações de sustentabilidade de quem se juntou a nós para mudar o hoje.

Afinal, nossas parcerias são feitas por uma razão muito clara: buscar uma moda consciente e responsável com o meio ambiente para garantirmos a sustentabilidade que nos leva ao futuro.

É só cada um fazer a sua parte, na medida do possível. Isso pode começar, como é o caso da Taci, com a divulgação, em feiras do setor, da parceria com um movimento coletivo como o nosso, que dá visibilidade a práticas sustentáveis. E pode chegar a sistemas de produção responsáveis da fiação às vitrines.

 

Conheça algumas das nossas marcas parceiras que lutam pela produção e pelo consumo conscientes – e têm orgulho de fazer parte do nosso movimento.

 

Cataguases

A Cataguases trata 100% dos efluentes em ETE e, com alta tecnologia, a eficiência de tratamento é maior que 95%. Usam caldeira de biomassa (cavaco de madeira de reflorestamento), o que diminui muito o consumo de combustível e as emissões de CO2. A tecelagem registrou queda de 12% na geração de resíduos nos últimos anos com Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Toda sua produção é de fibra natural: 100% algodão.

Cedro

A Cedro é capaz de tratar 100% dos efluentes gerados no processo produtivo. O número se repete na certificação da fibra usada: 100% do algodão utilizado é Algodão Brasileiro Responsável – ABR. A marca mantém área de preservação na Serra do Cipó onde, há 100 anos, também usa energia renovável através da construção de uma pequena central hidrelétrica.

Dalila Têxtil

A Dalila Têxtil tem uma Estação de Tratamento de Efluentes – ETE desde 2000 e utiliza um sistema de tratamento com ozônio para fazer o processo, de uma forma otimizada que diminui os resíduos gerados. A tecelagem também tem uma central de água quente para recuperação de calor que economiza energia e reduz o consumo de combustível para esquentar a água utilizada – a caldeira de cavaco de madeira também é uma iniciativa que usa um combustível ecologicamente correto. Além disso, a marca construiu um viveiro onde cultiva plantas nativas, inclusive algumas ameaçadas de extinção.

Estyllus

A Estyllus incorporou o reaproveitamento de resíduos têxteis no seu cotidiano. Todos as sobras geradas pelo corte de tecidos são doadas para uma instituição que reutiliza o material, desfibrando os retalhos e usando para vários outros fins.

Hoot Cuequeria

A Hoot usa 100% algodão em suas cuecas com designs modernos e inova no uso de embalagens de vidro reutilizável com materiais totalmente recicláveis.

Incofios

A Incofios entrega mudas de árvores para os colaboradores anualmente com o intuito de conscientizar para a necessidade de reflorestamento e cuidado com o meio ambiente. Isso se reflete dentro da empresa: a Incofios tem uma horta orgânica e uma Estação de Tratamento de Água – ETA, que devolve a água limpa aos rios após tratamento. Também fazem reciclagem e recuperação de resíduos.

Lachler

A Lachler não usa nenhuma fibra que tem origem no plástico na composição de suas peças. A marca busca fornecedores de fibras e materiais naturais com selos e certificados de boas práticas ambientais.

Malhas Menegotti

A Malhas Menegotti usa algodão recuperado e desfibrado em suas peças: o reaproveitamento de resíduos de tecidos e malhas gera um novo fio com aspecto diferenciado.

Narooma

Narooma é uma marca que se propôs a fechar o ciclo de sua produção. Isso significa que todos os tecidos que restam são reaproveitados. A marca se propõe a lidar com o descarte da roupa pelo consumidor que, ao invés de jogar a roupa fora, pode devolvê-la para a marca, que avalia se doa a peça ou recicla o tecido. Além disso, 1% de todas as vendas da marca são destinadas para projetos da ONG SOS Amazônia.

Paranatex

A Paranatex criou um produto têxtil que usa o caule do algodão, evitando seu descarte. Além disso, implantou um sistema de recuperação da soda cáustica necessária para os acabamentos de tecidos, diminuindo seu uso e descarte. Utiliza caldeira de biomassa para diminuir o uso de combustíveis fósseis, mantém área de reflorestamento e faz captação da água da chuva para uso na produção.

Rovitex

A alta tecnologia usada no processo produtivo da Rovitex reduz em 67% o consumo de água no tingimento de malhas. A marca capta água da chuva e possui uma Estação de Tratamento de Efluentes – ETE. Também foi criado um Comitê de Sustentabilidade com colaboradores que atuam em projetos dentro e fora da empresa. A Rovitex fez uma parceria socioeducativa com uma escola municipal e criou uma campanha que conscientizou os alunos sobre a reciclagem. Com materiais coletados pelos próprios alunos da escola, o projeto levantou verba para melhorias na estrutura escolar.

Santana Textiles

A redução de uso do corante índigo feito pela Santana Textiles diminuiu em 80% a utilização de água durante o processo produtivo. Os resíduos gerados são tratados em uma Estação de Tratamento de Efluentes – ETE.

Shakti

As camisetas da Shakti são feitas 100% de algodão e costuradas por pequenos grupos de costureiras, atentando para o pilar social necessário da sustentabilidade.

Thear

A produção da Thear é 100% com algodão e com tecidos garimpados em estoques antigos, com baixo valor para o mercado, reintegrando à cadeia produtiva o que seria descartado. Os botões das roupas são de madeira e, por isso, biodegradáveis. Resíduos do corte dos tecidos são usados em técnicas de upcycling.

Urbano Têxtil

A Urbano Têxtil é mais uma marca parceira que se compromete com o tratamento de efluentes gerados na produção através de uma ETE. A marca também recupera parte do calor utilizado no processo de tingimento para esquentar as caldeiras no processo produtivo, o que diminui o uso de combustíveis para aquecimento da água.

Varal

A Varal é uma marca de pijamas que usa tecidos 100% algodão. Além disso, as etiquetas contêm sementes de plantas para o consumidor cultivá-las, e as sacolas são feitas com retalhos de tecidos.

Vicunha

A Vicunha lançou em 2018 o projeto Pegada Hídrica Vicunha, responsável por mapear, pela primeira vez no Brasil, o volume de água gasto na produção de cada peça de jeans e o impacto de cada etapa do ciclo de vida da peça – da produção ao pós-consumo. A ideia é que a pesquisa ajude na criação de indicadores nacionais para um consumo mais consciente da água em cada elo da cadeia têxtil.

A marca ainda utiliza algodão ABR e BCI em todos os seus produtos, recicla os resíduos gerados e usa tecnologias que melhoram a eficiência do tratamento de efluentes. Além disso, a Vicunha usa caldeira de biomassa para reduzir suas emissões de combustíveis fósseis e conta com diversos certificados, nacionais e internacionais, de sustentabilidade.

O pilar social não fica de fora. A marca tem projetos voltados à educação de seus funcionários em todas as suas unidades fabris.

 

z.low kids

A z.low kids só usa algodão certificado. Parceiros na cadeia produtiva são selecionados com a premissa de serem responsáveis social e ambientalmente. Até a etiqueta é 100% biodegradável e as embalagens pelas quais são enviadas as peças são ecopacks de algodão cru e material reciclado.

Pequenas ou grande ações impactam muito positivamente, não apenas na preservação do meio ambiente, mas, principalmente, na conscientização do consumidor que passa a olhar a moda com mais respeito e a exigir que outras marcas também cuidem do planeta para um futuro mais sustentável.