Certos assuntos estão sempre nas discussões de quem está por trás da produção do algodão brasileiro. O cuidado com a terra, por exemplo. O solo do nosso país é extremamente fértil para o plantio e é uma das preocupações da indústria conservar essa riqueza com boas práticas no processo de produção do algodão. Para utilizar o solo da melhor maneira, existe uma série de etapas que devem ser seguidas pelas unidades produtivas – desde o preparo do solo até a colheita. Hoje dispomos de alta tecnologia e maquinários muito específicos para cada parte do processo de produção. Avançamos bastante no setor de pesquisa e desenvolvimento de produtos que auxiliam o trabalho no campo. No cultivo do algodão, o preparo do solo é essencial, pois garante a germinação e o bom desenvolvimento das plantas. Nesse momento é importante identificar se o solo tem sido usado há muitos anos para o cultivo de apenas um produto ou foi usado para o plantio de outras culturas. Isso determina o tipo de aração que será feita para preparar o terreno. As condições climáticas também influenciam bastante na produção do algodão. Apesar de ela variar ano após ano, existe uma certa estabilidade. Todas as características meteorológicas podem ser identificadas através de estudos específicos que são fundamentais. Afinal, a época do plantio está ligada às condições climáticas e obedece ao calendário oficial da lavoura. Valorize a nossa terra Um cuidado de todo produtor é o controle de pragas. Mas como atualmente existem inseticidas eficazes no mercado, a incidência desse problema nas lavouras é baixa. Ao começar uma cultura de algodão, é preciso ainda levar em consideração o espaçamento a ser usado entre as plantas. Para determinar qual a distância ideal, pense em seu crescimento estimado sob condições normais. Fazer tudo isso funcionar perfeitamente e otimizar os resultados do plantio é geralmente resultado de anos de experimentações e pesquisas. É notável o cuidado da indústria com o solo brasileiro. Devemos nosso negócio a ele e por isso é indispensável sempre buscar novas técnicas que permitam sua utilização com a menor margem de dano possível. Se é dessa terra que vem o nosso sustento, tratá-la muito bem é nosso dever.