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Comportamento
Os tempos mudaram e a forma como as pessoas se vestem também. Quebrando tabús e barreiras do que é se vestir bem hoje, temos visto uma grande mudança no varejo de moda. O crescente mercado athleisure (que supõe um valor superior a US $ 97 bilhões), o fim das fronteiras entre trabalho e lazer, das estações do ano e a erosão dos estereótipos de gênero. Tudo isso contribuí para que as roupas confortáveis se tornassem um dos mais importantes significados do cool moderno. adam_katz_sinding_australia-fw-day-3-10_hr Foto: Adam Katz Sinding

Normcore: Moda Unisex Despretenciosa

Mesmo que a tendência normcore (unisex, despretensiosa e “normal”) pareça algo do passado, graças ao fato de que ela surgiu na consciência mainstream há mais de dois anos (2014) e teve mídia social maciça, a mesma não deve ser descartada como uma moda passageira. Ou pelo menos, deve ser considerada como parte de um futuro de moda muito maior. O normcore, em muitos aspectos, é indicativo das razões pelas quais as tendências decolam em um nível de massa e, por sua vez, levam a movimentos de moda que mudam a maneira como nos vestimos. Desde que o normcore recuou do centro das atenções, vimos a ascensão da tendência athleisure. Essa também tem tido sua mídia-hype e muitos mercados e categorias podem ser esquecidos por serem muito explorados, mas se olharmos para além do nome da tendência e da aceitabilidade de calças de yoga usadas no dia a dia, o athleisure e o normcore mostram uma mudança intrínseca do que os consumidores querem de suas roupas: conforto, flexibilidade e moda que funciona com seu estilo de vida.

A quarta onda do feminismo

O salto alto tem sido um símbolo muito debatido da objetificação sexual das mulheres. É impossível considerar o novo estilo de conforto sem reconhecer o papel do que foi apelidado de “a quarta onda do feminismo” e a campanha contínua pela igualdade de gênero e justiça social. Como vestir-se de forma confortável assume novos níveis do que é cool, outros sinais de mudança aparecem, indicando como a moda e, mais importante, as atitudes dos consumidores para a forma como se vestem irão evoluir no futuro. Da mudança de atitudes em relação ao gênero, ao maximalismo do “efeito Gucci”, à ascensão do streetwear como um estilo de alta moda, o que está no cerne desses movimentos é chave. Isso permite uma compreensão da longevidade de uma tendência e sua importância para as marcas e para o mercado. cphkzn0waaat6s6 Foto: @oh_anthonio normcore_girl Foto: nymag.com
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Comportamento
Como saúde e bem-estar são assuntos que permeiam a mentalidade do consumidor atualmente, é pouca surpresa que a moda esportiva tem transitado de uma tendência de moda para uma escolha de estilo de vida. O que tem sido surpreendente é a velocidade de adaptação do consumidor e o recente crescimento do mercado. Nos EUA, as vendas de roupas esportivas atingiram US $ 33,7 bilhões em 2013 e o mercado britânico projetou vendas de US $ 5,34 bilhões em 2016. “O Activewear está em foco, com um crescimento de vendas superior ao do mercado de vestuário como um todo, e é porque os consumidores estão vestindo roupas de ginástica não só para fazer exercícios”, diz Marshal Cohen, analista do NPD Group. “Activewear, por natureza, também evoca um senso de atletismo e bem-estar, o que só aumenta o seu apelo.”

Athleisure: Os perfis

Atualmente o Athleisure é definido por “roupas casuais desenhadas para serem usadas para a prática de exercícios físicos ou para uso geral”. Designers e marcas estão inaugurando uma nova era para a tendência, oferecendo desempenho e luxo, que facilitam as transições do trabalho para o treino. Já até falamos aqui sobre como é importante notar que este é um consumidor experiente que entende a importância da funcionalidade, conforto e qualidade das peças. “Isso não é uma tendência de moda, é uma tendência de estilo de vida”, diz Cohen. “A diferença aqui é que há funcionalidade misturada com a moda.” Em estudos realizados pela WGSN, foram identificado 5 tipos de consumidores e suas tribos de consumo que emergiram da tendência, explorando seus diferentes estilos e lifestyle.
  • #AllDayActives: o verdadeiro legado da tendência athleisure. Os #alldayactives usam as roupas de performance com tecidos tecnológicos no dia a dia. Não abrem mão do conforto e não veem sentido em trocar o look ao transitar de local ou ocasião.
athleisure-estilo-all-day-actives Foto: ADAY
  • #ProteinPrincesses: tribo que veio com o boom da hashtag #FITSPO (fitness + inspiration). Este grupo é adepto da imagem aspiracional fitness ostentada nas mídias sociais, influenciadas por celebridades como Khloe Kardashian.
karlie-kloss-foto-modelo-athleisure Foto: Karlie Kloss
  • #Ath-Fakers: Tribo que escolhe roupas esportivas no dia a dia pela conveniência e por ter uma rotina corrida. Apesar de não frequentarem a academia com frequência, o look esportivo é usado para aparentar uma preocupação com a saúde.
athleisure-modelo-ath-fakers Foto: iconsportif
  • #Fashleisures: contemporâneos e urbanos, usam o “uniforme das ruas”, com uma preocupação grande com o estilo. Misturam marcas esportivas premium e edições limitadas com roupas do dia a dia – são mestres do hi-lo.
adidas-modelos-athleisure Foto: Adidas Originals
  • #Ath-Luxers: aspiracionais e premium, foram os primeiros a adotar o athleisure. Experts em incorporar roupas transicionais e elevar o sportswear para outra categoria- o luxo.
modelo-ath-luxers Foto: Tory Burch
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Comportamento
Nem só do universo feminino vive o mercado plus-size. Um relatório de 2016 da Mintel revela uma oportunidade de crescimento para o mercado de plus-size masculino: “Cerca de um quinto (17%) dos compradores de roupas masculinas buscam roupas de tamanhos maiores quando fazem compras na loja, com maior representatividade entre os homens entre 25 e 34 anos (21%). “

O mercado Plus-size para homens

Cada vez mais vaidosos, os homens deixam de aceitar roupas sem estilo: eles querem e buscam consumir moda. Mais do que roupas maiores, eles querem roupas grandes que unam conforto e estilo. modelo-plus-size-masculino Foto: The Guardian Nos Estados Unidos por exemplo, em 2014 as lojas de roupas femininas plus-size geraram US $ 9 bilhões em receita, distribuídas em 6.000 lojas (IBISWorld). Há menos de 1.000 lojas desse tipo para os homens, e elas geraram apenas US $ 1 bilhão no mesmo período. Existe ainda muito espaço para os varejistas. Além do basquete, ídolos corpulentos de esportes como hóquei, futebol americano, rugby e cricket se tornam ícones da moda e influenciam o estilo dos homens globalmente. Essa mudança de tamanho não era refletida na moda ou nas marcas até recentemente. O crescimento de super-heróis da cultura pop, como o Superman, retratado pelo encorpado Henry Cavill em 2013 e 2016, em vez do Christopher Reeves de 1978, mostra claramente essa mudança de tamanho como algo a se considerar como uma nova referência estética. super-homem-ator-plus-size-masculino Foto: DC Entertainment

Tipos de plus-size masculino

O homem plus-size não se resume no homem acima do peso estereotipado. Pensando nesse mercado, dividimos esses homens em três perfis: O Bodybuilder, O acima do peso e O alto elegante. O Bodybuilder: Passa muito tempo na academia ou treinando e tem proporções como o peito largo e braços fortes. O Acima do peso: Homens com cintura larga e medidas grandes. Tem dificuldade em encontrar calças e blusas que caibam no seu corpo. O Alto elegante: Lembra o corpo de um jogador de basquete ou nadador: magro, musculoso e extremamente alto. Tem dificuldade com mangas e calças, que acabam ficando curtas. Entender que plus-size não é um termo ofensivo ou de conotação negativa é um desafio ainda para muitos consumidores e varejistas. Ao criar tamanhos maiores, não se deve simplesmente adicionar centímetros a produtos já existentes. De um ponto de vista técnico, as marcas que simplesmente fazem isso cometem o erro de não reajustar as modelagens. Além disso, implementar uma oferta plus-size em uma linha masculina já existente pode ser complicado em relação à diferença de preço. As matérias-primas são geralmente um dos principais decisores de custo e mais material é utilizado para roupas maiores. Quanto mais matéria-prima, maiores os custos. Mas mais do que estratégias de preço, existem pessoas por trás de tudo isso – e estilo deve ser um fator crucial para criar as peças. modelo-esporte-plus-size Foto: Under Armour Alguns e-commerces de nicho para conhecer e se inspirar: Bigdude e Bad Rhino do Reino Unido, Chubstr dos EUA e Johnny Bigg, da Austrália.
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Comportamento
A conveniência das compras on-line, o aumento de aplicativos on-demand e o desejo pela experiência além do produto levam a uma rápida evolução do comportamento e perfil do consumidor. Ele é informado, conhece tecnologia, menos leal a marcas e mais impaciente. Esse contexto muda também a forma que o varejo se posiciona, e métodos tradicionais de engajamento deixam de fazer sentido.

Como as pessoas vão comprar esse ano? Qual o perfil do consumidor em 2017?

Os já conhecidos Millennials (nascidos entre 1982-1995), os hiper conectados da geração Z (nascidos entre 1996 e início dos anos 2000) e a geração boomer (1952 a 1966) definem alguns dos grupos de consumidores. Eles serão cada vez mais guiados por descontos, interessados em alugar ao invés de comprar e dispostos a testar e aprender sobre o produto antes de finalizar uma compra. *Importante: as datas de nascimento das gerações podem variar conforme a fonte. As datas usadas correspondem à segmentação do Instituto Nielsen.   Conheça os principais grupos de clientes para 2017:

•  HENRYS (High Earners Not Rich Yet): Busca pela qualidade de vida

Millennials com poder de gasto e sem dependentes. Gastarão US$ 1,4 trilhão anualmente até 2020 (cassandra.co). Para eles é tudo sobre experiência. Um estudo da Mintel prevê que os gastos com viagens e jantar fora vão ter um aumento de 27% entre 2015 e 2019. Buscam também qualidade e autenticidade, e não o nome de uma marca. As pessoas querem se sentir convidadas nas lojas, e não apenas clientes. Um exemplo disso é o jantar gratuito Supper Club promovido pela varejista de moda canadense Kit & Ace. static1-squarespace Foto: Kit & Ace

Discount seekers: Uso da tecnologia para encontrar descontos

Compradores que usam a tecnologia para a encontrar o melhor preço. Este consumidor gosta de pesquisar e está disposto a esperar por um desconto antes de comprar, sempre buscando obter o melhor negócio. Oferecer descontos personalizados é uma estratégia chave para atrair esses buscadores de descontos e pode levar a um maior engajamento e conversão. asos-singles-day-sale-28-off-promo-code-november-2016-628x328 Foto: ASOS

Instagram shopper: Interessado nas recomendações de influenciadores

Usa o Instagram como uma ferramenta para descobrir marcas novas, muitas vezes vistas pela primeira vez através de influenciadores digitais. Não estão interessados em campanhas de massa e valorizam a recomendação pessoal dos micro-influenciadores. O novo recurso de compras do Instagram, que começou a ser testado em novembro, permite que as marcas etiquetem suas postagens com detalhes do produto que os usuários podem clicar para comprar. A Kate Spade já começa a usar o recurso. kate_spade_is_one_the_retailers_trialing_instagram_s_new_shopping_feature_104065427_katespade-1910x1000_hr FOTO: Kate Spade

Silver shoppers: Melhor qualidade de vida, maior poder aquisitivo

Os mais velhos representam um dos grupos de compradores mais importantes para 2017. Com idade entre 65 e 74 anos, esses consumidores desfrutam de uma melhor qualidade de vida, tem maior poder aquisitivo e estão mais ativos do que nunca. 83% de nós não nos identificamos mais através da nossa idade (ageofnoretirement), e os varejistas devem estar cientes de que a maioria desta geração se vê jovem e compra online. Ser jovem independe de idade e se torna um conceito de estilo de vida, “Ageless is the new black”. pirch_3x2 FOTO: Iris Apfel para Pirch

 Borrowers: Economia colaborativa

Já a geração mais nova começa a explorar o desejo de alugar produtos. Um estudo da Mintel revela que 90% dos consumidores no Reino Unido com idade entre 25-34 pega sempre ou muitas vezes coisas emprestadas ao invés de comprá-las. Os borrowers estão confortáveis com o conceito de não possuir produtos. Eles foram criados na era digital, onde os ativos são intangíveis e acreditam na economia de compartilhamento. O serviço dinamarquês de assinatura babywear Vigga oferece aos pais com pouco a possibilidade de vestir seus filhos com roupas recicladas, ao custo de 359 DKK por mês. pige_str_56_anden_blanding_styles FOTO: Vigga Interessado em outros posts sobre perfis de consumo e tendências? Veja o nosso post sobre o estilo de vida Athleisure!
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Comportamento
Mais de 50% (97 milhões) da população brasileira se considera negra ou parda. A cultura Brasil Afro (afro-brasileira) caracteriza o Brasil que conhecemos. O censo realizado em 2010 indicou, pela primeira vez, que o Brasil é o país com mais descendentes africanos vivendo fora da África. Segundo o IBGE, isto não significa que a população afro-brasileira, de repente, aumentou. Mais do que isso: os novos números refletem a mudança de atitude dos brasileiros no que se refere à raça e cor de pele. Da Copa do Mundo em 2014 às Olimpíadas de 2016, o mundo está de olho no Brasil. Embora o país seja fonte de inspiração para a moda e o design há bastante tempo, o movimento cultural afro-brasileiro está criando uma nova geração de influenciadores em diversos campos.

Onde estão os Influenciadores do Brasil Afro?

screen-shot-2017-02-17-at-3-24-46-pm Foto: Kelvin Yule

Na Música

Um movimento que tem chamado a atenção do cenário negro musical é o Batekoo, coletivo que organiza festas e se define como “Movimento que se expressa através da dança, da musica, do corpo, da pele preta, do suor, da liberdade corporal e sexual, da cultura negra, periférica e urbana, do empoderamento coletivo e representatividade preta dentro de qualquer espaço.” Sem preconceitos, a festa se torna um ícone de libertação e representação de jovens periféricos de todo o país, onde cada um se veste do jeito que quer, sem julgamentos. maxresdefault Foto: Batekoo

Na Moda

Em 2009, após reivindicações de ativistas, organizadores e estilistas da São Paulo Fashion Week concordaram em incluir uma cota de 10% de modelos negros, resultando em um pequeno aumento da diversidade nas passarelas. Considerado inconstitucional, a cota foi extinguida em 2010, mas muitos estilistas brasileiros ainda consideram a diversidade como tema prioritário. Recentemente, a São Paulo Fashion Week para a primavera-verão 16, decidiu aumentar a visibilidade dos modelos de ascendência africana. A organização exibiu o desfile ‘Africa Africans Moda’, que trouxe estilistas como Maki Oh, Palesa Mokubung e Jamil Walji, além de 25 modelos africanos. screen-shot-2017-02-17-at-3-28-28-pm Foto: I Speak Fashion Em um país conhecido pelas suas festas comemorativas, não é surpresa que os festivais afro-brasileiros de moda comecem a surgir. Realizado em Salvador, na Bahia, o African Fashion Festival é um evento que apresenta estilistas afro-brasileiros locais, como Dresscoração Boys e Katuka. Ambas as marcas existem como forma de empoderar a mulher negra, com peças que misturam texturas e estampas nacionais, com aspecto informal e que prezam pelo conforto – refletindo a herança africana em suas cores e formas. 9725b1ba7c93a9e22cbb1ea6d0489fdf Foto: Dresscoração Boys

Na Beleza:

A popularidade do black power está começando a contradizer a norma de que o cabelo liso é bonito.” Em 2015, mais de 3000 afro-brasileiros participaram da ‘Marcha do Empoderamento Crespo’ em Salvador, na Bahia, e centenas participaram da ‘Marcha do Orgulho Crespo’ durante o carnaval do Rio. screen-shot-2017-02-17-at-3-23-32-pm Foto: Revista Officiel

Na Internet: 

Embora o ativismo digital não seja novo, as reações quase que instantâneas com relação ao racismo no Brasil são evidência de uma mudança na sociedade, que passa a aceitar a diversidade e a promover a igualdade racial. Quando a vlogueira Rayza Nicácio compartilhou um vídeo no YouTube documentando a sua jornada do cabelo liso para os cachos enrolados, ela nunca imaginou a quantidade de apoio que receberia de todos os lugares do mundo. Até agora, o vídeo ‘Como vocês nunca me viram antes’ foi visualizado quase um milhão de vezes e recebeu mais de 3000 comentários. Rayza faz parte de um movimento mais abrangente de ativistas afro-brasileiros que utilizam o engajamento digital para fortalecer a sua causa.
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Comportamento
Estas semanas de liquidação são uma delícia para quem adora comprar peças novas. “Descontos de até 80%”. “Compre um, ganhe outro”. “O segundo pela metade do preço”. São vários os apelos para nos convencer de que a compra é de fato imperdível. É importante lembrar, contudo, que o frenesi que sentimos quando vemos uma promoção pode confundir o nosso julgamento. Afinal, a excitação de garantir um desconto pode deixar o nosso senso crítico um pouco de lado. Que tal adotar algumas boas práticas de compra consciente nestes momentos?

Dicas para compras conscientes durante as promoções

A primeira delas é pensar se realmente aquela peça vai fazer diferença no seu guarda-roupa. Será que você não tem algo parecido? Em que momentos você usaria ela? Outro ponto importante é ponderar se você realmente gostou da peça ou se está levando apenas porque o preço está bom. Se for o último caso, lembre-se que por mais barata que a peça esteja você ainda tem que pagar por ela. E que se não vale a pena, não é uma boa compra. E uma última dica que deixamos é uma que falamos sempre aqui no blog: olhe a etiqueta de composição dos produtos. Ela mostra exatamente o que estamos levando para casa. Às vezes, aquele vestido que está com um desconto de 50% é feito com um tecido pouco nobre e, mesmo com o preço mais baixo, não compensa. Um tecido de qualidade como o algodão garante que a peça, além de ser confortável, dure por muito tempo. Essas são atitudes que parecem simples, mas que com certeza vão ajudar você a aproveitar do melhor jeito. Boas compras! blog_fabio_etiqueta
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Comportamento
Já parou para pensar que tudo transmite uma mensagem? E isso vale para o nosso corte de cabelo, os lugares que frequentamos, a profissão que escolhemos e, é claro, as roupas que vestimos. Nosso visual diz muito sobre quem a gente é e tem como base nossa personalidade, princípios e valores. E aí, qual é a mensagem que sua roupa está passando? O estilo dos looks, os acessórios e os tecidos que estamos usando mostram algo sobre nós. Essa escolha acontece naturalmente todos os dias e muitas vezes não paramos para refletir sobre o que estamos consumindo e o que isso quer dizer. Por isso, faça um teste: busque dentro do seu armário quais são as peças que refletem exatamente quem você é e aproveite para pensar sobre seus valores. o que você veste Esse é um ótimo motivo para usar mais algodão no seu dia a dia. Afinal, o tecido de algodão é natural. Transmite suavidade, leveza e originalidade. É para quem tem atitude e se preocupa com questões ambientais e sociais. É para quem se importa com o futuro. É para quem tem orgulho de vestir um produto genuinamente brasileiro. Usando roupas de algodão, você não só transmite esses valores como também aproveita benefícios como muita qualidade e durabilidade. E você encontra o algodão em todo canto: ele está em peças que nem imaginamos, como a tradicional calça jeans. Está na moda íntima. Está nas peças de cama, mesa e banho. É por tudo isso que é fácil adequar os produtos que você consome hoje com os valores que você carrega. Que tal deixar o algodão dizer um monte de coisas boas sobre você?
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Comportamento
Nos últimos anos, pudemos identificar um movimento de transformação coletiva com um objetivo importantíssimo: a preservação do planeta. A sociedade parece cada vez mais preocupada e atenta às questões ecológicas e sociais. É crescente a busca por produtos e serviços feitos sem agressão ao meio ambiente e dentro das exigências legais. E o aumento significativo no número de vegetarianos e veganos, na busca por fazer menos lixo, na procura por produtos orgânicos e nos demais esforços deixam claro: a tendência do consumo consciente é irreversível no mercado atual. A transformação começa com uma reflexão sobre nossos próprios hábitos e termina na mudança deles. A mudança, por sua vez, se consolida no ato de fazer uma escolha que vai na contramão de velhos costumes. Para mudar um hábito é preciso reflexão, informação e persistência. Assim, para adotar um estilo de vida mais saudável, natural e sustentável é bem importante conseguir o máximo de informações que puder sobre os serviços e produtos que você utiliza. De onde vem o alimento que você come? Sob quais condições é fabricada a roupa que você veste? Essas respostas vão ajudar a tomar uma decisão mais coerente, que reflita bem seus valores e sua personalidade. O movimento Sou de Algodão tem essa pegada. É um convite para uma vida mais saudável e leve. Uma chamada para você repensar seus hábitos e como eles podem mudar o mundo. Escolher itens que têm o algodão brasileiro em sua composição é uma atitude que segue este movimento. Isso porque as roupas de algodão, além de suaves e confortáveis, duram mais e são muito versáteis. E o algodão nacional é um produto seguro quando pensamos em questões sociais, econômicas e ecológicas. Afinal, os órgãos responsáveis fiscalizam de perto os produtores para que o produto final seja entregue cem por cento dentro dos termos do controle de qualidade exigido. Adotar um estilo de vida saudável, mudar hábitos e se conscientizar pode ser trabalhoso no início mas a recompensa tem reflexos muito positivos na nossa forma de encarar a vida e no nosso corpo. E, sem dúvida, a maior recompensa é poder contribuir com o nosso planeta e deixar um legado para as futuras gerações. abrapa_blog_transformaromundo_14022017
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Comportamento
O ano-novo está aí e a discussão de que roupa usar para a virada é praticamente um trending topic. São várias as opções mas uma dica de ouro é investir em peças de algodão para começar o ano-novo com muito conforto e estilo. Vestidos, camisas, calças e camisetas de algodão trazem muito conforto, leveza e sintonia com a natureza, um jeito ótimo para começar 2017. Agora que já decidimos usar esta fibra nobre e versátil, falta um detalhe importante: a cor. A dúvida sobre qual cor usar é recorrente. Por isso, resolvemos falar aqui no blog sobre o significado das principais cores. Quem quer encontrar o amor em 2017 deve investir no rosa. Agora, para quem passou por apertos financeiros em 2016 e quer deixar a crise pra trás, amarelo é a cor. E quem busca paixão? A dica é investir no vermelho. Quem está bem e quer manter o equilíbrio vai de verde. Roxo é para os que precisam de inspiração. E quem acredita que a paz nunca foi tão necessária no mundo escolhe o branco, cor que é a mais popular no Brasil, para a ocasião pois também simboliza o recomeço. Uma dica para quem está indeciso: invista em calcinhas, cuecas e meias coloridas. Tênis e sapatos valem também! Feliz ano-novo! roupa no ano-novo
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