Quem pensa que o algodão é apenas uma fibra suave para fabricar roupas muitas vezes não vê que por trás dele existe uma imensa indústria que representa boa parte da economia nacional e gera emprego para milhares de brasileiros. Muitas pessoas têm sua vida ligada à pluma, especialmente no campo. E, sendo assim, podemos dizer com segurança que as questões sociais estão sempre entre as prioridades em nossas iniciativas.

O modelo produtivo preza pelo respeito e pela valorização da mão de obra encarregada pela produção do algodão nacional. O programa Algodão Brasileiro Responsável oferece um pacote bem completo de garantias para que o trabalhador produza de forma honesta e digna. As unidades produtivas precisam garantir cem por cento do cumprimento da legislação trabalhista brasileira, na consolidação das leis do trabalho (CLT), precisam também estar alinhadas com as convenções da Organização Internacional do Trabalho. E, ainda, estar dentro da Norma Regulamentadora 31, que regula a segurança do trabalho, a saúde ocupacional e o meio ambiente do trabalho.

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Produção de algodão beneficia diversos setores da sociedade

Um compromisso especial que existe no setor é o de garantir que o trabalho infantil e análogo a escravo tenha tolerância zero em todas as unidades produtivas participantes do ABR. O não cumprimento dessa determinação simplesmente impede sua certificação. Outros direitos do trabalhador como salário justo, folgas, férias remuneradas, alojamento e assistência médica também são exigidos dos produtores. A preocupação com o bem-estar de todos os envolvidos na cadeia produtiva não permite que seja tolerada qualquer forma de preconceito e discriminação, seja por cor, raça, opção sexual ou outra característica.

A Abrapa e seus parceiros trabalham para que todas as fazendas sejam certificadas pelo selo de produtor responsável. Isso traz mais segurança e credibilidade ao produto nacional, além de garantir a padronização da produção e de todos os processos ao redor dela.

Afinal, ser responsável é assegurar todos os direitos do trabalhador, tratá-lo com respeito e valorizar sua contribuição para a indústria do algodão nacional.