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Lançada em fevereiro deste ano, a Eco Baby Expo levanta a bandeira da sustentabilidade na moda bebê internacional, buscando a atenção dos consumidores, em especial de futuros ou já pais de bebês, em relação aos produtos que compram. O segmento de vestuário infantil é o que tem a maior conteúdo de algodão, e, também, o que concentra os consumidores mais criteriosos e exigentes quanto à qualidade do produto, em especial sua maciez e a ausência de elementos nocivos à pele do bebê.

roupas sustentáveis

Com um alerta para as questões de como a indústria de moda polui o meio-ambiente, a organizadora do evento, Heather Duncan, diz que a manufatura de peças em algodão é a segunda maior poluidora, atrás apenas do processamento de peças com base em petróleo. No entanto, em sua entrevista à WGSN, ela ressalta que peças fabricadas com o algodão sustentável são uma solução para produção em escala, e o BCI (Better Cotton Initiative) vem certificando fazendas, no mundo, que produzem algodão de acordo com seus pilares de sustentabilidade, respeitando o meio-ambiente, as pessoas e os negócios.

No Brasil, a Abrapa reúne 99% da área cultivada com algodão. Destes, cerca de 80% da produção está de acordo com as diretrizes de sustentabilidade do ABR (Algodão Brasileiro Responsável), e 70% tem licenciamento BCI. Com isso, a pluma brasileira, exportada para diversos países e consumida no mercado interno, tem garantia de procedência e qualidade, e se torna importante nesse cenário de produção e consumo de peças sustentáveis.


 
Nota: No Brasil, o ABR opera em benchmarking com a BCI. Todo produtor certificado ABR, caso opte, é licenciado BCI.

Fonte do artigo: https://www.wgsn.com/blogs/eco-baby-expo-fashion-ecofootprint/

 

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