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Comportamento
Nem só do universo feminino vive o mercado plus-size. Um relatório de 2016 da Mintel revela uma oportunidade de crescimento para o mercado de plus-size masculino: “Cerca de um quinto (17%) dos compradores de roupas masculinas buscam roupas de tamanhos maiores quando fazem compras na loja, com maior representatividade entre os homens entre 25 e 34 anos (21%). “

O mercado Plus-size para homens

Cada vez mais vaidosos, os homens deixam de aceitar roupas sem estilo: eles querem e buscam consumir moda. Mais do que roupas maiores, eles querem roupas grandes que unam conforto e estilo. modelo-plus-size-masculino Foto: The Guardian Nos Estados Unidos por exemplo, em 2014 as lojas de roupas femininas plus-size geraram US $ 9 bilhões em receita, distribuídas em 6.000 lojas (IBISWorld). Há menos de 1.000 lojas desse tipo para os homens, e elas geraram apenas US $ 1 bilhão no mesmo período. Existe ainda muito espaço para os varejistas. Além do basquete, ídolos corpulentos de esportes como hóquei, futebol americano, rugby e cricket se tornam ícones da moda e influenciam o estilo dos homens globalmente. Essa mudança de tamanho não era refletida na moda ou nas marcas até recentemente. O crescimento de super-heróis da cultura pop, como o Superman, retratado pelo encorpado Henry Cavill em 2013 e 2016, em vez do Christopher Reeves de 1978, mostra claramente essa mudança de tamanho como algo a se considerar como uma nova referência estética. super-homem-ator-plus-size-masculino Foto: DC Entertainment

Tipos de plus-size masculino

O homem plus-size não se resume no homem acima do peso estereotipado. Pensando nesse mercado, dividimos esses homens em três perfis: O Bodybuilder, O acima do peso e O alto elegante. O Bodybuilder: Passa muito tempo na academia ou treinando e tem proporções como o peito largo e braços fortes. O Acima do peso: Homens com cintura larga e medidas grandes. Tem dificuldade em encontrar calças e blusas que caibam no seu corpo. O Alto elegante: Lembra o corpo de um jogador de basquete ou nadador: magro, musculoso e extremamente alto. Tem dificuldade com mangas e calças, que acabam ficando curtas. Entender que plus-size não é um termo ofensivo ou de conotação negativa é um desafio ainda para muitos consumidores e varejistas. Ao criar tamanhos maiores, não se deve simplesmente adicionar centímetros a produtos já existentes. De um ponto de vista técnico, as marcas que simplesmente fazem isso cometem o erro de não reajustar as modelagens. Além disso, implementar uma oferta plus-size em uma linha masculina já existente pode ser complicado em relação à diferença de preço. As matérias-primas são geralmente um dos principais decisores de custo e mais material é utilizado para roupas maiores. Quanto mais matéria-prima, maiores os custos. Mas mais do que estratégias de preço, existem pessoas por trás de tudo isso – e estilo deve ser um fator crucial para criar as peças. modelo-esporte-plus-size Foto: Under Armour Alguns e-commerces de nicho para conhecer e se inspirar: Bigdude e Bad Rhino do Reino Unido, Chubstr dos EUA e Johnny Bigg, da Austrália.
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Comportamento
A conveniência das compras on-line, o aumento de aplicativos on-demand e o desejo pela experiência além do produto levam a uma rápida evolução do comportamento e perfil do consumidor. Ele é informado, conhece tecnologia, menos leal a marcas e mais impaciente. Esse contexto muda também a forma que o varejo se posiciona, e métodos tradicionais de engajamento deixam de fazer sentido.

Como as pessoas vão comprar esse ano? Qual o perfil do consumidor em 2017?

Os já conhecidos Millennials (nascidos entre 1982-1995), os hiper conectados da geração Z (nascidos entre 1996 e início dos anos 2000) e a geração boomer (1952 a 1966) definem alguns dos grupos de consumidores. Eles serão cada vez mais guiados por descontos, interessados em alugar ao invés de comprar e dispostos a testar e aprender sobre o produto antes de finalizar uma compra. *Importante: as datas de nascimento das gerações podem variar conforme a fonte. As datas usadas correspondem à segmentação do Instituto Nielsen.   Conheça os principais grupos de clientes para 2017:

•  HENRYS (High Earners Not Rich Yet): Busca pela qualidade de vida

Millennials com poder de gasto e sem dependentes. Gastarão US$ 1,4 trilhão anualmente até 2020 (cassandra.co). Para eles é tudo sobre experiência. Um estudo da Mintel prevê que os gastos com viagens e jantar fora vão ter um aumento de 27% entre 2015 e 2019. Buscam também qualidade e autenticidade, e não o nome de uma marca. As pessoas querem se sentir convidadas nas lojas, e não apenas clientes. Um exemplo disso é o jantar gratuito Supper Club promovido pela varejista de moda canadense Kit & Ace. static1-squarespace Foto: Kit & Ace

Discount seekers: Uso da tecnologia para encontrar descontos

Compradores que usam a tecnologia para a encontrar o melhor preço. Este consumidor gosta de pesquisar e está disposto a esperar por um desconto antes de comprar, sempre buscando obter o melhor negócio. Oferecer descontos personalizados é uma estratégia chave para atrair esses buscadores de descontos e pode levar a um maior engajamento e conversão. asos-singles-day-sale-28-off-promo-code-november-2016-628x328 Foto: ASOS

Instagram shopper: Interessado nas recomendações de influenciadores

Usa o Instagram como uma ferramenta para descobrir marcas novas, muitas vezes vistas pela primeira vez através de influenciadores digitais. Não estão interessados em campanhas de massa e valorizam a recomendação pessoal dos micro-influenciadores. O novo recurso de compras do Instagram, que começou a ser testado em novembro, permite que as marcas etiquetem suas postagens com detalhes do produto que os usuários podem clicar para comprar. A Kate Spade já começa a usar o recurso. kate_spade_is_one_the_retailers_trialing_instagram_s_new_shopping_feature_104065427_katespade-1910x1000_hr FOTO: Kate Spade

Silver shoppers: Melhor qualidade de vida, maior poder aquisitivo

Os mais velhos representam um dos grupos de compradores mais importantes para 2017. Com idade entre 65 e 74 anos, esses consumidores desfrutam de uma melhor qualidade de vida, tem maior poder aquisitivo e estão mais ativos do que nunca. 83% de nós não nos identificamos mais através da nossa idade (ageofnoretirement), e os varejistas devem estar cientes de que a maioria desta geração se vê jovem e compra online. Ser jovem independe de idade e se torna um conceito de estilo de vida, “Ageless is the new black”. pirch_3x2 FOTO: Iris Apfel para Pirch

 Borrowers: Economia colaborativa

Já a geração mais nova começa a explorar o desejo de alugar produtos. Um estudo da Mintel revela que 90% dos consumidores no Reino Unido com idade entre 25-34 pega sempre ou muitas vezes coisas emprestadas ao invés de comprá-las. Os borrowers estão confortáveis com o conceito de não possuir produtos. Eles foram criados na era digital, onde os ativos são intangíveis e acreditam na economia de compartilhamento. O serviço dinamarquês de assinatura babywear Vigga oferece aos pais com pouco a possibilidade de vestir seus filhos com roupas recicladas, ao custo de 359 DKK por mês. pige_str_56_anden_blanding_styles FOTO: Vigga Interessado em outros posts sobre perfis de consumo e tendências? Veja o nosso post sobre o estilo de vida Athleisure!
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