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Sustentabilidade
Atualmente o Brasil ocupa um lugar de destaque no agronegócio mundial. A fibra produzida aqui é utilizada na indústria têxtil para vestir boa parte da população mundial. O algodão é parte importante da história da agricultura no Brasil, passou por inúmeras fases, cresceu junto com o país e se consolidou como uma fibra originalmente brasileira. A indústria algodoeira nacional começou sua história lá atrás, antes mesmo do Brasil ser uma colônia portuguesa. Nesse período o algodão já era usado como matéria-prima para fazer, por exemplo, redes e faixas. Quando surgiram as primeiras indústrias têxtis a produção era exclusivamente caseira, fiação e tecelagem eram feitas de forma bastante rudimentar e o produto era destinado apenas ao consumo interno. Após a revolução da indústria no Século 18, a produção e o consumo aumentaram, devido a mecanização. Foi nesse momento que o Brasil Colônia surgiu no mercado exterior. Portugal detectou o potencial da cotonicultura brasileira e incentivou a produção oferecendo nosso produto aos ingleses, maiores consumidores na época. Fomos beneficiados por um período de guerras na Europa e EUA. Em 1861, a Guerra da Secessão nos EUA, importantes produtores na época, deixou o país fora do mercado e tivemos a oportunidade de despontar. Com a ausência de seu maior concorrente, o Brasil dobrou o volume de suas vendas internacionais, que eram basicamente destinadas a Inglaterra. Do fim do século 19 até os anos 80 a indústria oscilou bastante. Inclusive os registros dessa época são escassos e incompletos. Mas a produção de algodão passou por épocas de dificuldade e de expansão. Uma fase favorável para o desenvolvimento da fibra foi após a crise de 29, que abalou a economia mundial. Pois o algodão tornou-se uma das principais atividades econômicas do país. Com o setor cafeeiro em crise, a solução veio com a intensificação na produção algodoeira, especialmente no estado de São Paulo. Em meados dos anos 60, éramos o quinto maior produtor mundial, estávamos atrás dos EUA, União Soviética, China e Índia. Nos anos 80 o setor enfrentou sua pior crise, com o surgimento de uma praga muito poderosa que arrasou culturas inteiras no Nordeste. Além da praga também enfrentamos problemas com a dificuldade de crédito rural e instabilidade da economia. Foi um período de significativos prejuízos. O problema se agravou nos anos 90, com a redução das alíquotas de importação pelo governo federal. A produção brasileira caiu pela metade e as safras bateram recordes negativos.

Mudanças na Indústria Algodoeira após a crise

A crise forçou mudanças essenciais para o futuro do setor. Começando por mudanças geográficas. O eixo produtivo do algodão se deslocou para região Centro-Oeste, com forte concentração em Mato Grosso. Local que oferece excelentes condições de clima, topografia e solo. Além de produtores empenhados em fazer seus negócios prosperarem. A produção passou a ser em escala comercial, com utilização de tecnologia e mecanização em todos os processos. A partir desse cenário foi possível reestabelecer nosso espaço enquanto produtores e desenhar um novo panorama para a indústria. blog_luana_trajetoria-brasileira Os produtores do Cerrado já eram especialistas na produção de grãos, como milho e soja, portanto se adaptaram bem e passaram a produzir algodão em larga escala. A implantação da cultura dessa fibra na região obteve tanto êxito que os produtores começaram a se organizar para defender os interesses do setor, desenvolver cada vez mais o produto e aumentar sua rentabilidade. Em 99, foi fundada a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e com ela outros estados produtores também foram incentivados a se organizar. Essas instituições, hoje em dia, representam a união de toda a cadeia produtiva do algodão. Através de apoio e incentivos promovem o aumento da qualidade do produto nacional e mantém nossa força junto ao mercado externo.
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Sustentabilidade
Nos últimos dois anos, três grandes marcas de moda lançaram opções de consumo sustentável para os consumidores brasileiros. Isso facilita muito a vida de quem quer investir nessa importante forma de comprar.

As grandes marcas e o consumo sustentável

Aproveitando o fato do Brasil ser o maior produtor de algodão sustentável do mundo certificado pelo BCI (Better Cotton Initiative), a C&A lançou uma linha de produtos chamada “algodão + sustentável” com peças produzidas com esta matéria-prima tão especial. Os produtos vão de bodies para bebês a calças jeans para papais e mamães. Eles têm uma etiqueta que os diferenciam no ponto de venda – a etiqueta virtual é usada para destacar a linha de produtos também no e-commerce da marca. Assim fica fácil identificar em quais produtos investir para fazer uma compra sustentável. Uma das maiores rivais da C&A também tem investido no consumo sustentável. A Renner lançou, em Fortaleza, a sua primeira loja 100% sustentável. Para conseguir este selo especial, a loja tem que seguir exigências, como: utilizar iluminação lateral e produtos econômicos que levem a uma redução de, ao menos, 20% no consumo de energia. Isso além de garantir pelo menos 60% de redução no uso da água. Ainda, a loja deve usar madeiras recicladas e equipamentos com alta eficiência energética. Por fim, tem outra marca global expandindo a sua linha de produtos com algodão sustentável. A Adidas anunciou ano passado que está produzindo no Brasil uma quantidade cada vez maior de peças com algodão sustentável. inclusive, conseguiu ultrapassar as metas exigidas pelo escritório global. E isto só foi possível porque temos a maior produção de algodão sustentável no mundo. Demais, não? roupas-consumo-sustentavel-algodao Quer saber mais sobre esse assunto? Leia nosso post sobre produção sustentável de Jeans!
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Sustentabilidade
O cultivo do algodão é uma prática muito antiga. Os primeiros registros de sua utilização são de sete mil anos atrás, na região da Ásia, especificamente Índia e Paquistão. Depois o algodão chegou a Europa e ganhou importância econômica. Desde essa época se espalhou pelo mundo, tornando-se uma das culturas mais importantes produzidas na agricultura. Hoje, essa fibra tem muita força na economia de vários países do globo. Inclusive sendo a principal fonte de renda para países africanos como Benin, Camarões e Costa do Marfim entre outros.

A indústria do Algodão ao redor do mundo

Hoje são plantados mais de 30 milhões de hectares de algodão por ano. Em todos os continentes, mais de 60 países, estão produzindo a fibra. Movimentando cerca de 17 bilhões de dólares ao ano, a indústria algodoeira é formada por mais de 350 milhões de pessoas ao redor do mundo. Pessoas que vivem essa cultura diariamente, tiram seu sustento exercendo inúmeras atividades que vão desde o plantio até a colheita. O mercado pode oscilar, mas está sempre em crescimento. blog_luana_algodao-redor-mundo Os Estados Unidos, Paquistão, Brasil, China e Índia, são os principais produtores da fibra no mundo. Eles respondem juntos por 50% de toda área plantada e por 47% de toda produção. O algodão tem relevância fundamental também na economia do continente africano. Pois quase todos os países da África produzem a fibra, mas em algumas regiões o algodão é a principal atividade econômica. O progresso das regiões produtoras está bastante relacionado ao associativismo. Quase toda região tem sua instituição regulamentadora, que centraliza as questões referentes a cultura do algodão naquele lugar. As instituições defendem os interesses dos produtores, oferecem iniciativas para expansão de mercados, ferramentas para garantia de renda e programas de capacitação. Além de incentivar projetos ligados a sustentabilidade que garantem diversos benefícios para os produtores. O cultivo dessa fibra acaba sendo o alicerce da vida de muitas pessoas, a base da economia de lugares com pouquíssimos recursos e uma fonte de desenvolvimento para muitas nações.
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Eventos
O ano mal começou e o mundo da moda está cheio de novidades. É que há grandes eventos que agitam o mercado acontecendo já em janeiro e fevereiro. No comecinho do mês passado, aconteceu em São Paulo a Couro Moda e a Inspira Mais, eventos focados no mercado calçadista da América Latina. Centenas de marcas e tecelagens lançaram as suas coleções, apresentando as últimas tendências em calçados esportivos, femininos, masculinos e infantis. Duas semanas depois, na última semana de janeiro, foi a vez da Colombiatex, em Medelín. Ela é a maior feira têxtil das Américas, que reúne fabricantes de tecidos, aviamentos e maquinários de todo o continente. Supertradicional e com mais de 30 anos de existência, a Colombiatex é onde as empresas apresentam as suas coleções de verão em primeira mão. blog_fabio_colombiatex

Brasil foi destaque nos evento de moda mais uma vez

Quem participou da feira teve acesso aos fóruns de tendência e assistiu a diversos desfiles que mostraram os produtos lançados pelos participantes da feira. O Brasil manteve a sua tradição de ser um dos países com maior destaque, em especial com as coleções apresentadas pelas tecelagens de tecidos planos, como sarja e denim. Nesta edição, as tecelagens ressaltaram o diferencial do algodão sustentável brasileiro, já que somos o país com a maior produção deste tipo de algodão no mundo. No começo de fevereiro, o foco do mundo da moda mudou para a Alemanha, onde aconteceram dois grandes eventos mundiais: a Munich Start, feira global de tecidos, e a ISPO, principal evento do mercado fitness. Nestas duas feiras, as coleções apresentadas já miraram o inverno 2018, comprovando que tudo que há de mais novo aparece primeiro por lá. Além de todas essas feiras, entre janeiro e a primeira semana de março acontecem as semanas de moda de inverno de Paris, Londres, Milão e Nova Iorque, as quatro cidades pilares do mundo da moda. Nelas, as marcas mais relevantes do mundo apresentam as suas novas coleções em desfiles pra lá de sofisticados. É, realmente o começo do ano é especial para quem vive de moda!
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